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Desenvolvimento de uma Plataforma Tecnocientífica para Caracterização, Microencapsulação e Transferência de Tecnologia Aplicada a Extratos de Cannabis para o Desenvolvimento de Produtos Alimentícios

PRÉ-PROJETO DE PESQUISA

Programa Integrado de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Cannabis Medicinal (PIDI-Cannabis)

Pesquisadoras envolvidas

Coordenação Acadêmica: Profa. Dra. Ana Prata

Universidade Estadual de Campinas – Unicamp

Responsável pela coordenação científica, planejamento experimental, orientação acadêmica, supervisão da equipe, desenvolvimento tecnológico e relação com a Inova (Agencia de Inovação da Unicamp)


Pesquisadora Colaboradora: Dra. Mitsue Taukeuti Brianti

Bióloga, Doutora em Genética e Biologia Molecular

Responsável pela articulação entre universidade e associação, coordenação das atividades de pesquisa aplicada, integração entre ciência e inovação, desenvolvimento tecnológico, apoio à gestão do projeto, transferência de tecnologia e formação de recursos humanos.

Instituições Envolvidas

  • Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)

  • Associação Associação Terapeutica Serraflor


    Empresas parceiras:

    * Se pertinente para envio do projeto para FAPESP – PIPE, Finep, Embrapii e outras agências

  •  Misture Mercearia – Biocosméticos Botânicos

  • Gorila Bioinformática – Soluções em pesquisas genéticas e genômicas


Resumo

O uso terapêutico da Cannabis medicinal vem crescendo de forma expressiva no Brasil, impulsionado pela consolidação das associações de pacientes, pelo avanço da regulamentação sanitária e pela crescente demanda por tratamentos baseados em canabinoides. Nesse cenário, as associações assumem papel estratégico ao promover o acesso a medicamentos, porém ainda enfrentam importantes desafios tecnológicos relacionados à padronização dos extratos, caracterização química, estabilidade dos compostos bioativos, controle de qualidade, biodisponibilidade, desenvolvimento de formulações com maior eficácia e segurança e desenvolvimento de produtos inovadores.

Este projeto propõe a criação de uma Plataforma Tecnocientífica para Caracterização, Microencapsulação e Transferência de Tecnologia Aplicada a Extratos de Cannabis para o Desenvolvimento de Produtos Alimentícios e Cosméticos da Associação Terapêutica Serraflor.

A proposta pretende gerar conhecimento científico aliado ao desenvolvimento tecnológico, permitindo aumentar a estabilidade dos canabinoides e demais metabólitos de interesse, ampliar a vida útil (shelf life), melhorar a biodisponibilidade, mascarar características sensoriais indesejáveis e preservar o potencial terapêutico dos produtos, além de possibilitar o desenvolvimento de outros produtos inovadores a partir da tecnologia desenvolvida.

Um dos diferenciais da proposta consiste na aplicação imediata do conhecimento gerado para o aprimoramento dos produtos já desenvolvidos pela associação Terraflor.

O projeto prevê o desenvolvimento de estratégias de microencapsulação e a transferência dessa tecnologia para a associação, permitindo sua aplicação em produtos já produzidos, como óleo de uso oral, gel e pomada. Além disso, propõe a otimização das formulações por meio de ajustes em seus ingredientes e da incorporação de outras partes da planta, como folhas e raízes como insumos dos produtos, ampliando seu aproveitamento e potencial terapêutico.

Também serão estabelecidos protocolos de produção e controle de qualidade para garantir maior reprodutibilidade entre lotes, estabilidade e segurança dos produtos, contribuindo para elevar sua qualidade tecnológica e fortalecer a capacidade de inovação da associação.

Além do impacto direto sobre os produtos atualmente desenvolvidos pela associação, a plataforma tecnológica terá potencial para servir de modelo e ser transferida para outras associações de pacientes e empresas do setor, ampliando seu impacto científico, tecnológico e social.

A plataforma também permitirá o desenvolvimento de novas formulações contendo extratos de Cannabis, incluindo alimentos funcionais enriquecidos com canabinoides, como por exemplo as gomas comestíveis de interesse da associação, sistemas de liberação controlada, formulações tópicas e outras formas farmacotécnicas voltadas às demandas terapêuticas emergentes. Adicionalmente, abrirá perspectivas para a investigação do potencial farmacológico de diferentes frações da planta, incluindo terpenos, flavonoides e outros fitocompostos capazes de atuar de forma sinérgica com os canabinoides.

Como componente estruturante, o projeto contempla ainda além da transferência de tecnologia para a associação parceira, a formação de recursos humanos qualificados, a implantação de protocolos laboratoriais e analíticos, a capacitação técnica de profissionais envolvidos na cadeia produtiva e o fortalecimento da interação entre universidade, setor produtivo e sociedade.

Espera-se que essa plataforma tecnocientífica contribua para a consolidação de um modelo nacional de inovação em Cannabis medicinal, baseado em evidências científicas, qualidade, segurança e impacto social, ampliando o acesso da população a produtos cada vez mais eficazes e tecnologicamente qualificados.


Introdução

O Brasil vive um momento singular no desenvolvimento da Cannabis medicinal. O crescimento das associações de pacientes ampliou significativamente o acesso aos tratamentos, mas também evidenciou desafios relacionados à qualidade dos produtos, padronização dos processos produtivos, estabilidade das formulações e geração de evidências científicas. Nesse cenário, a aproximação entre universidades, associações e empresas representa uma oportunidade estratégica para transformar conhecimento científico em inovação aplicada, fortalecendo tanto a pesquisa quanto o acesso da população a produtos mais seguros, eficazes e tecnologicamente qualificados.

O presente projeto caracteriza-se como uma iniciativa de pesquisa translacional, promovendo a integração entre universidade, associação e sociedade juridica e civil por meio do desenvolvimento de tecnologias com potencial de aplicação direta.

A administração oral de extratos oleosos é atualmente uma das formas mais utilizadas pelos pacientes. Entretanto, essa via apresenta limitações importantes, incluindo baixa biodisponibilidade, elevada lipofilicidade dos canabinoides, metabolismo de primeira passagem hepática, suscetibilidade à oxidação e degradação por luz, oxigênio e temperatura, além de características sensoriais que podem comprometer a adesão ao tratamento.

A Cannabis possui uma composição fitoquímica complexa, incluindo fitocanabinoides, terpenos, flavonoides e outros metabólitos secundários de interesse terapêutico. O processo de descarboxilação converte formas ácidas, como THCA e CBDA, em seus respectivos compostos biologicamente ativos, THC e CBD, etapa essencial para diversas aplicações medicinais. Tecnologias de microencapsulação vêm sendo estudadas como estratégia para proteger compostos bioativos, aumentar estabilidade, modular sua liberação, melhorar a absorção intestinal e ampliar a vida útil das formulações.

Hipótese

O desenvolvimento de sistemas de microencapsulação aplicados aos extratos de Cannabis medicinal aumentará sua estabilidade físico-química, reduzirá processos oxidativos, melhorará a biodisponibilidade oral e permitirá o desenvolvimento de formulações terapêuticas mais eficazes, padronizadas e passíveis de transferência tecnológica.


Objetivo Geral

Desenvolver e implementar uma plataforma tecnocientífica para caracterização química, desenvolvimento de sistemas de encapsulação, otimização de formulações e transferência de tecnologia aplicada aos extratos de Cannabis produzidos pela Associação Terapêutica Serraflor, visando aprimorar a qualidade, estabilidade, biodisponibilidade, padronização e segurança dos produtos, além de promover inovação tecnológica e a possibiliade de desenvolvimento de novos produtos inovoadores, formação de recursos humanos e fortalecimento da interação entre universidade, associação e setor produtivo.


Objetivos Específicos


  1. Caracterizar os extratos de Cannabis produzidos pela associação por meio de análises físico-químicas e cromatográficas, determinando o perfil de canabinoides, terpenos e outros metabólitos bioativos.

  2. Desenvolver e otimizar sistemas de microencapsulação para proteção dos compostos bioativos, aumentando sua estabilidade, biodisponibilidade, palatabilidade e vida útil (shelf life).

  3. Avaliar a estabilidade e o desempenho das formulações encapsuladas, por meio de estudos de estabilidade físico-química e armazenamento, estabelecendo parâmetros para controle de qualidade.

  4. Aplicar a tecnologia desenvolvida na melhoria dos produtos atualmente produzidos pela associação, incluindo óleo para administração oral, gel lubrificante e pomadas, bem como no desenvolvimento de novas formulações alimentícias, cosméticas e terapêuticas.

  5. Otimizar as formulações existentes, avaliando novos excipientes, ingredientes funcionais e a incorporação de diferentes partes da planta de Cannabis sativa (folhas, raízes, sementes e outras frações vegetais), visando ampliar seu aproveitamento tecnológico e potencial terapêutico.

  6. Desenvolver protocolos padronizados de produção e controle de qualidade, garantindo maior reprodutibilidade entre lotes, estabilidade dos produtos e segurança para os usuários.

  7. Estruturar um programa de transferência de tecnologia para a Associação Terapêutica Serraflor, contemplando capacitação técnica, elaboração de procedimentos operacionais padrão (POPs) e implementação das tecnologias desenvolvidas.

  8. Formar recursos humanos por meio da participação de estudantes, pesquisadores e profissionais da associação em atividades de pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico.

  9. Consolidar uma plataforma de inovação em Cannabis medicinal, capaz de gerar novos produtos, processos e conhecimentos científicos, fortalecendo a interação entre universidade, associação, empresas parceiras e sociedade.

Pesquisa Translacional

Este projeto pretende estabelecer um fluxo contínuo entre pesquisa básica, desenvolvimento tecnológico e aplicação prática, promovendo inovação com impacto social e fortalecendo a interação entre universidade, associação e comunidade.

Formação de Recursos Humanos

O projeto poderá envolver:

  • Treinamento técnico

  • Oficinas e cursos para profissionais da associação e comunidade

  • Iniciação Científica

  • Mestrado

  • Doutorado

  • Pós-Doutorado

Potencial de Inovação

Científica

  • Novos sistemas de microencapsulação óleo de Cannabis

  • Caracterização inédita dos extratos

  • Produção de conhecimento original

Tecnológica

  • Plataforma de encapsulação

  • Protocolos padronizados

  • Transferência de tecnologia

  • Possibilidade desenvolvimentos de produtos inovadores

  • Possibilidade de venda de tecnologia

Social

  • Fortalecimento da associação

  • Ampliação do acesso a produtos de maior qualidade

  • Formação de profissionais

  • Aproximação entre universidade e sociedade

Propriedade Intelectual

Os resultados obtidos poderão ser avaliados quanto ao potencial de proteção intelectual, respeitando as normas institucionais da Unicamp e a legislação brasileira, buscando equilibrar inovação, interesse público e possibilidades de transferência tecnológica.

Cronograma (36 meses) e Resumos de metodologias

* Detalhados no anexo (Arquivo enviado junto)


Contrapartidas Propostas

Associação Terapêutica Serraflor

  • Disponibilização dos extratos e matérias-primas.

  • Apoio financeiro ao projeto:

    Bolsa para a Pesquisadora Colaboradora (Dra. Mitsue Taukeuti Brianti) * tomando como referência os valores praticados pela FAPESP para a modalidade para pesquisadores doutores ou equivalente

  • Apoio a bolsas para estudantes (IC, Mestrado, Doutorado e equipe técnica, conforme disponibilidade e interesse).

  • Disponibilização de insumos e suporte para testes de desenvolvimento.

  • Participação na validação e implementação da tecnologia.

  • Disponibilização da infraestrutura necessária para a implantação da tecnologia, realização das atividades de transferência de tecnologia e capacitação da equipe técnica da associação.

Unicamp

  • Coordenação científica do projeto.

  • Acordo institucional formal mediado pela INOVA (agência de inovação a Unicamp)

  • Desenvolvimento tecnológico.

  • Busca de outros apoio financeiro ao projeto (bolsas institucionais).

  • Formação de recursos humanos.

  • Transferência de tecnologia.

  • Capacitação técnica da equipe da associação.

  • Produção científica e apoio à inovação.


* Empresas Parceiras (se interessar)

  • Participação no cofinanciamento do projeto, por meio de editais de fomento à pesquisa, inovação e desenvolvimento tecnológico (FAPESP, Finep, Embrapii e outras agências), bem como de investimentos próprios, quando pertinente.

  • Compartilhamento de conhecimento técnico e suporte especializado para o desenvolvimento.

  • Colaboração no desenvolvimento de novos produtos alimentícios, cosméticos e terapêuticos, integrando bioinsumos e ingredientes inovadores aos extratos de Cannabis

  • Apoio às atividades de desenvolvimento tecnológico, transferência de tecnologia, formação de recursos humanos, capacitação técnica da equipe da associação, produção científica e apoio à inovação.

  • Cooperação em ações de inovação aberta e prospecção de oportunidades para comercialização e impacto social.

Resultados Esperados

  • Plataforma tecnológica de encapsulação.

  • Aumento da estabilidade e da vida útil dos extratos.

  • Melhoria da biodisponibilidade oral.

  • Maior padronização dos produtos.

  • Fortalecimento da capacidade técnica da associação.

  • Formação de estudantes e pesquisadores.

  • Publicações científicas.

  • Desenvolvimento de tecnologias passíveis de proteção intelectual e transferência.

  • Consolidação de uma rede colaborativa entre universidade, associação e sociedade.

  • Melhora da qualidade técnica dos produtos já desenvolvidos.

  • Desenvolvimentos de novos produtos invadores


Perspectivas Futuras

A plataforma desenvolvida poderá dar origem a novas pesquisa envolvendo:

  • Sistemas microestruturados para outros fitoterápicos.

  • Microencapsulação de terpenos e outros fitoativos.

  • Formulações de liberação controlada.

  • Biomateriais e curativos terapêuticos.


    Além disso, essa estrutura abre espaço para futuras linhas de pesquisa, como:


  • Pesquisa Clínica e Evidências Científicas, com estudos observacionais, farmacovigilância e avaliação de desfechos clínicos com estudos clínicos para avaliação de eficácia, segurança, adesão ao tratamento e qualidade de vida.

  • Genética, Genômica e Melhoramento de Cultivares, incluindo caracterização genética, marcadores moleculares e seleção de variedades.

  • Bioeconomia, Sustentabilidade e Aproveitamento Integral da Planta, voltado ao uso de folhas, raízes, sementes e subprodutos, alinhado aos princípios da economia circular.


Anexo

Cronograma de Execução –

Programa Integrado de Pesquisa, Desenvolvimento

e Inovação em Cannabis Medicinal (PIDI-Cannabis)

Duração: 36 meses


Resumo:

Principais Entregas

Ano 1

  • Implantação da plataforma tecnocientífica.

  • Caracterização química dos extratos.

  • Desenvolvimento dos métodos analíticos.

  • Primeiros sistemas de encapsulação.

Ano 2

  • Formulações encapsuladas otimizadas.

  • Estudos de estabilidade.

  • Desenvolvimento de óleos, pomadas, géis e alimentos funcionais.

  • Protocolos de controle de qualidade estabelecidos.

Ano 3

  • Transferência da tecnologia para a Associação Terapêutica Serraflor.

  • Capacitação da equipe técnica.

  • Implantação dos POPs.

  • Consolidação da plataforma PIDI-Cannabis.



Atividades

M1-6

M7-12

M13-18

M19-24

M25-30

M31-36

Gestão do Programa e Planejamento

Revisão bibliográfica e definição dos protocolos experimentais






Estruturação da plataforma tecnocientífica





Aprovação ética e regulatória (quando aplicável)





Caracterização Química e Controle de Qualidade

Atividades

M1-6

M7-12

M13-18

M19-24

M25-30

M31-36

Caracterização química dos extratos (canabinoides, terpenos e metabólitos)




Desenvolvimento e validação de métodos analíticos




Padronização dos extratos




Estudos de estabilidade e shelf life



Implantação de protocolos de controle de qualidade




Desenvolvimento Tecnológico e Encapsulação

Atividades

M1-6

M7-12

M13-18

M19-24

M25-30

M31-36

Desenvolvimento de sistemas de microencapsulação




Otimização das formulações encapsuladas



Avaliação da biodisponibilidade e desempenho tecnológico




Escalonamento da tecnologia





Desenvolvimento e Otimização de Produtos

Atividades

M1-6

M7-12

M13-18

M19-24

M25-30

M31-36

Aplicação da encapsulação em óleo para administração oral




Desenvolvimento de pomadas e géis lubrificantes



Desenvolvimento de alimentos funcionais



Avaliação de folhas, raízes, sementes e outras frações da planta



Desenvolvimento de novos protótipos





Transferência de Tecnologia e Capacitação

Atividades

M1-6

M7-12

M13-18

M19-24

M25-30

M31-36

Elaboração de Procedimentos Operacionais Padrão (POPs)




Capacitação técnica da equipe da Serraflor



Transferência de tecnologia




Implantação da tecnologia na associação





Formação de estudantes e recursos humanos

Produção científica e divulgação dos resultados


Propriedade intelectual e prospecção de inovação



Relatório técnico e consolidação da plataforma







Resumo de possíveis metodologias aplicadas

Caracterização dos Extratos

  • Perfil de canabinoides (HPLC ou técnica equivalente)

  • Perfil de terpenos (GC-MS)

  • Compostos fenólicos

  • Flavonoides

  • Atividade antioxidante

  • Estabilidade oxidativa

  • Índice de peróxidos

  • Caracterização do óleo carreador

Desenvolvimento da microencapsulação

Avaliação de sistemas como:

  • Proteínas vegetais (como zeína e proteínas de arroz)

  • Biopolímeros

  • Ciclodextrinas

  • Outros sistemas compatíveis com a infraestrutura disponível

Caracterização das Formulações

  • Eficiência da microencapsulação

  • Distribuição do tamanho de partículas

  • Índice de polidispersão

  • Potencial zeta

  • Microscopia

  • Estabilidade físico-química

Estudos de Estabilidade

  • Temperatura

  • Luz

  • Oxidação

  • Umidade

  • Shelf life

Avaliação da Biodisponibilidade

  • Ensaios de digestão simulada

  • Estudos in vitro de liberação

  • Comparação entre óleo livre e encapsulado

Padronização e Controle de Qualidade

  • Padronização de processos

  • Reprodutibilidade entre lotes

  • Controle microbiológico

  • Avaliação de contaminantes, quando aplicável

  • Elaboração de procedimentos operacionais padrão (POPs)

Transferência de Tecnologia

  • Capacitação técnica da equipe da associação

  • Manual técnico

  • Protocolos de produção

  • Documentação para escalonamento


Após a validação da tecnologia de encapsulação, propõe-se sua aplicação nos produtos já desenvolvidos pela associação e em novos produtos, tais como:


  • Pomadas

  • Formulações para uso em mucosas

  • Cosméticos terapêuticos

  • Gomas cometíveis

  • Estudos exploratórios com outras frações da planta, incluindo raízes, quando respaldados por evidências científicas e regulatórias




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Este pré-projeto e seu conteúdo constituem propriedade intelectual da Dra. Mitsue Taukeuti Brianti. A reprodução, distribuição, adaptação, utilização parcial ou integral, ou qualquer outra forma de uso deste material, sem autorização prévia e expressa da autora, é proibida, ressalvadas as hipóteses previstas na legislação aplicável. O uso não autorizado poderá sujeitar o infrator às medidas administrativas, civis e penais cabíveis, nos termos da legislação brasileira de direitos autorais e propriedade intelectual.


 
 
 

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